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PRIMEIROS SINTOMAS
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SUBITAMENTE NO VERÃO PASSADO

SUBITAMENTE NO VERÃO PASSADO

6 a 23 de Fevereiro de 2020

Quarta-feira e Sábado às 19h30 | Quinta e Sexta-feira às 21h30 | Domingo às 16h30

Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II

 
Encenação: Bruno Bravo Texto: Tennessee Williams Tradução: Miguel Castro Caldas
Interpretação: Alice Medeiros, Carolina Salles, Joana Campos, João Pedro Dantas, José Leite, Marina Albuquerque e Mónica Garnel 
Cenário e Figurinos: Stéphane Alberto Desenho de Luz: Alexandre Costa Música e Sonoplastia: Sérgio Delgado
Voz Off: Bruno Huca Produção e Assistencia de Encenação Leonardo Garibaldi 
Fotografia: Filipe Ferreira Co-Produção: TNDMI
 
 
SUBITAMENTE NO VERÃO PASSADO, porventura a mais enigmática das peças de
Tennessee Williams, inscreve-se no extravagante imaginário sulista dos Estados Unidos
da América. O cenário, nas palavras de Tennessee Williams, tão irreal como o decór de
um bailado, remete para o pátio de uma mansão de estilo Victoriano, cujo interior é
composto por um fantástico jardim, lembrando uma floresta tropical. É aqui que
habita a memória de Sebastian e o mistério à volta do seu desaparecimento no verão
passado. A sua mãe, Mrs. Venable, descreve-o, num fulgor edipiano, como um poeta
luminoso, eternamente jovem, casto e sensível, torturado pela revelação de Deus nas
manifestações cruéis, selvagens e implacáveis da natureza. A misteriosa morte de
Sebastian em Cabeza de Lobo, Espanha, foi testemunhada pela sua prima Catharine,
que com ele viajou pela primeira e última vez e cuja história contradiz a versão
idealizada que Mrs. Venable tem do filho.

SUBITAMENTE NO VERÃO PASSADO, porventura a mais enigmática das peças de Tennessee Williams, inscreve-se no extravagante imaginário sulista dos Estados Unidos da América. O cenário, nas palavras de Tennessee Williams, tão irreal como o decór de um bailado, remete para o pátio de uma mansão de estilo Victoriano, cujo interior é composto por um fantástico jardim, lembrando uma floresta tropical. É aqui que habita a memória de Sebastian e o mistério à volta do seu desaparecimento no verão passado. A sua mãe, Mrs. Venable, descreve-o, num fulgor edipiano, como um poeta luminoso, eternamente jovem, casto e sensível, torturado pela revelação de Deus nas manifestações cruéis, selvagens e implacáveis da natureza. A misteriosa morte de Sebastian em Cabeza de Lobo, Espanha, foi testemunhada pela sua prima Catharine,  que com ele viajou pela primeira e última vez e cuja história contradiz a versão idealizada que Mrs. Venable tem do filho.

 

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Os Primeiros Sintomas são financiados pela República Portuguesa - Cultura/DGartes.

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