Procurar no site


Contacto

PRIMEIROS SINTOMAS
CAL - Centro de Artes de Lisboa
R. santa Engrácia 12A, 1170-333 Lisboa

(+351) 915 078 572

E-mail: primeiros-sintomas@primeiros-sintomas.com

Peça para Duas Personagens

Peça para Duas Personagens

Peça para Duas Personagens    

de Tennessee Williams | Encenação de Ivo Alexandre

 

23 a 28 de Julho

Terça a Sábado às 21h30

Domingo às 16h

 
Texto original Tennessee Williams Tradução Jacinto Lucas Pires Encenação Ivo Alexandre Interpretação Anabela Faustino Ivo Alexandre Cenografia Sara Amado Desenho de luz Nuno Meira Operação de Luz e Som Marco Lopes Fotografia de Cena Doroteia Luís Registo de vídeo Paulo Mil Homens Gestão e Produção Tiago da Câmara Pereira Apoios Ministério da Cultura – DGArtes, Teatro Municipal de Bragança, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Casa das Artes de Arcos de Valdevez, Chão de Oliva – Centro de Difusão Cultural de Sintra e CAL/Primeiros Sintomas
 

Esta peça era considerada por Tennessee William a sua obra mais autobiográfica e a mais conseguida, depois de “Um Elétrico Chamado Desejo”. “Peça Para Duas Personagens” é um texto único na obra do dramaturgo norte- americano. Assenta num conflito depressivo e auto destrutivo, ou talvez seja um jogo, entre realidade e ilusão, cara e máscara. Clare e Felice são despedidos e deixados para trás pela sua companhia teatral num teatro abandonado, onde decidem apresentar a obra de Felice. Ou o mundo é sempre um teatro? E o artifício é a forma de chegarmos ao mistério de cada um?

 

Reservas: reservas@primeiros-sintomas.com

 

Esta peça era considerada por Tennessee William a sua obra mais
autobiográfica e a mais conseguida, depois de “Um Elétrico Chamado Desejo”.
“Peça Para Duas Personagens” é um texto único na obra do dramaturgo norte-
americano. Assenta num conflito depressivo e auto destrutivo, ou talvez seja
um jogo, entre realidade e ilusão, cara e máscara. Clare e Felice são
despedidos e deixados para trás pela sua companhia teatral num teatro
abandonado, onde decidem apresentar a obra de Felice. Ou o mundo é sempre
um teatro? E o artifício é a forma de chegarmos ao mistério de cada um?