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PRIMEIROS SINTOMAS
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É BOM BOIAR NA BANHEIRA

É BOM BOIAR NA BANHEIRA

Texto Miguel Castro Caldas | Encenação Bruno Bravo | Interpretação Gina Tocchetto, Nádia Santos, Tiago Viegas | Música Sérgio Delgado | Desenho de Luz Jochen Pasternacki | Cenografia Stéphane Alberto | Figurinos Chissangue Afonso | Fotografia Pedro Salgado | Design Gráfico Pedro Bacelar | Audiovisual e Multimédia Pedro Fidalgo, Pedro Salgado | Assessoria de Imprensa Sofia Lourenço | Produção Paula Nora | Direcção de Produção Eduardo Henrique e Mafalda Gouveia | Co-produção  Primeiros Sintomas / Companhia do Chapitô

 

A filha cresce, o pai decresce, a mãe envelhece. Três vozes de uma partitura a chorarem de alegria ou a desfazerem-se em gargalhadas de tristeza. A mãe vai para a frente, o pai vai para trás e a filha fica no meio. É bom boiar na banheira. O pai às tantas é mais novo do que a filha, a mãe às tantas é mais velha do que a avó, e a filha às tantas já não sabe a quantas anda.

Em “É Bom Boiar Na Banheira”os brinquedos que acordam dentro de uma estrutura rude de ferro. Dizem vagamente que o importante não é isto mas aquilo, e que não é preciso ter medo de ter medo. Até que de repente, alguém carrega num botão que é como quem tira o ralo de uma banheira cheia de água e de brinquedos. A partir deste gesto é desencadeado tudo o que vem a seguir: A boneca de trapos, que é a filha, quer crescer; o pai, que é o soldadinho de chumbo, vai ficando mais novo; a mãe, que é a bailarina, vai envelhecendo. Ninguém se lembra do que aconteceu, ninguém se lembra de ter nascido, mas é preciso encher de novo a banheira, porque é bom boiar na banheira.

 

Classificação Etária: M/ 12 anos

Estreia Chapitô | 15 de Outubro de 2005